Tecnologia térmica para apoiar o retorno à vida produtiva e monitorar a pandemia

Sem dúvida alguma, o surgimento do Covid-19 gerou uma transformação mundial, não só em termos de saúde e desenvolvimento social, mas também no funcionamento dos aparatos produtivos dos países, onde se viu a necessidade de adaptar-se para evitar um impacto maior nas economias mundiais. 

Após várias semanas de quarentena, muitos empresários estão buscando ferramentas que lhes permitam ter uma reativação progressiva da vida profissional. Neste momento, o cumprimento dos protocolos de biossegurança lidera a lista de desafios que eles devem enfrentar, pois garantir a proteção dos cidadãos é prioritário e obrigatório, sobretudo no que diz respeito a medidas de controle que permitam detectar contágios precocemente para evitar focos de propagação.

A tecnologia e seus progressos têm sido, sem dúvida, aliados permanentes no desenvolvimento em nível global e esta é uma boa ocasião para cumprir com os requisitos exigidos pelos tempos atuais. “O uso de videoanalítica e as câmeras com sensores térmicos permitem a diferentes setores levar um controle automatizado da temperatura corporal de cada indivíduo, além de fazer uma contagem parametrizada de pessoas para evitar aglomerações e controlar a quantidade de pessoas permitidas por metro quadrado”, explicou Marcelo Gimenez, Business Continuity & IM Director da Lumen na América Latina. 

Levando-se em conta que a principal sintomatologia, segundo a Organização Mundial da Saúde, corresponde a: febre (87,9%), seguida de tosse seca (67,7%), fadiga (38,1%), expectoração (33,4%), falta de ar (18,6 %), dor de garganta (13,9%), cefaleia (13,6%), entre outros; este tipo de tecnologia ajuda a fazer controles diários de maneira segura para evitar contágios cruzados, além de relatórios diários e análises da situação dos colaboradores.  Considerando que estima-se que uma pessoa com Covid-19 contagia uma média de outras 2.5 pessoas, apenas um infectado poderia causar a doença em mais de 400 pessoas em um mês. 

Neste sentido, Gimenez explica que o uso destas câmeras térmicas possibilita às empresas de todos os setores cerca de 84% de prevenção por infecção cruzada por colegas, além da gravação automática de pessoas com temperatura suspeita, de poder contar de forma organizada com as estatísticas e controle de segurança industrial e ocupacional para fazer registros nas entidades de riscos de trabalho, ter um controle proativo de possíveis infectados dentro da organização e ter um protocolo de administração mais oportuno para evitar aglomerações em zonas de alto tráfego. “A chave está em antecipar-se aos potenciais eventos”. 

É provável que o coronavírus continue se propagando durante pelo menos mais 18 meses a dois anos, até que 60% a 70% da população tenha sido infectada, segundo informou o Centro de Pesquisa e Política de Doenças Infecciosas da Universidade de Minnesota (CIDRAP). É por isto que as medidas que os empresários implementarem devem ser de fôlego prolongado para evitar um aumento exponencial de contágios e, desta maneira, evitar novamente o atraso das economias. 

Finalmente, é necessário que os líderes empresariais levem em conta a aplicação rígida dos protocolos de prevenção em suas organizações e saibam que hoje, mais do que nunca, a tecnologia está à disposição para cumprir com as normas e protocolos estabelecidos, com as nuances exigidas por cada setor para atender a esta nova realidade que o mundo enfrenta.

Jon Paul "JP" McLeary

Autor:
Marcelo Gimenez
Business Continuity & IM Director, Corporate BCM Office
Lumen, América Latina

La Importancia de la Seguridad Empresarial en el Contexto Actual del Uso la Red

La Importancia de la Seguridad Empresarial en el Contexto Actual del Uso la Red

Actualmente, la coyuntura de aislamiento social nos está mostrando la importancia de estar conectados y que contar con una conexión se está haciendo cada vez más imprescindible. La red se convirtió en un canal de suma importancia para mantener a flote nuestras actividades cotidianas, comunicarnos y asegurar la continuidad de los negocios.

Nos encontramos en un momento en el cual se implementa cada vez más el uso del teletrabajo y la educación a distancia, así como también actividades de entretenimiento dentro de nuestros hogares. No obstante, a medida que más dispositivos y usuarios remotos se suman a la red, mayor es el riesgo de contraer amenazas que atenten contra las compañías.

Hoy más que nunca debemos comprender que la seguridad no puede ser vista como un agregado, sino como un elemento crucial para nuestros negocios y la continuidad de los mismos. Es por esto que, en el contexto actual, el principal desafío para las compañías es asegurar un entorno seguro para sus actividades y, especialmente, para sus empleados. Los cuales se encuentran trabajando de manera remota.

Para esto, las formas de encarar la seguridad deben comenzar a cambiar. No sólo debemos detectar y prevenir la actividad maliciosa, sino que debemos pensar a futuro, imaginando que la empresa fue vulnerada para ver cómo responderíamos ante esa situación. De esta manera, estaríamos preparados para poder controlar y gestionar a tiempo.

De esta forma, las compañías tendrán el enfoque para enfrentar un marco de acción cada vez más complejo. Esto es evidenciado a través de múltiples estudios de analistas, los cuales mostraron que debido a la pandemia el tráfico de mails maliciosos a nivel mundial aumentó un 30%, equivalente a más de 1.5 millones de correos por día.

Estos mails maliciosos, o phising para ser más exactos, se suman a una gran lista de desafíos en materia de seguridad dentro del escenario actual: el incremento del tráfico en la red, la confidencialidad en el uso de videoconferencias o herramientas de voz, el aumento del uso de la Nube y la protección de datos, entre otros.

Ante esta inminente ola de desafíos, Lumen implementó una estrategia denominada See More, Stop More: mientras más se pueda ver el tráfico de Internet, más se podrá mitigar el impacto de las amenazas que atentan contra las compañías.

El despliegue de red se convirtió en un gran sensor de riesgos, permitiendo detectar posibles anomalías y enfrentarlas, mucho antes de que puedan llegar a las empresas y sus datos. Esto se demostró en el último Informe de Amenazas del centro de investigación en ciberseguridad Black Lotus Lab. El mismo indicó que en 2019 se rastreó un promedio de 1.2 millones de amenazas por día.

Con esto en mente, debemos entender que el contexto actual nos presenta una serie de nuevos desafíos que dejan vulnerable la seguridad de las compañías. El inminente aumento de usuarios a distancia y la creciente demanda de conectividad implican que la innovación de seguridad en la red se tornó indispensable. No sólo para proteger el negocio digital, sino también para continuar expandiéndose en este nuevo paradigma digital.

Michael Lawson

Autor:
Pablo Dubois
Gerente Regional de Productos de Seguridad, LATAM

A importância da segurança corporativa no contexto atual de uso da rede

Atualmente, a situação de isolamento social está nos mostrando a importância de estarmos conectados e que contar com uma conexão está se tornando cada vez mais essencial. A rede se tornou um canal de extrema importância para manter nossas atividades diárias em funcionamento, nos comunicarmos e garantir a continuidade dos negócios.

Estamos num momento em que o teletrabalho e a educação à distância estão sendo cada vez mais implementados, assim como as atividades de entretenimento dentro de nossas casas. Entretanto, à medida que mais dispositivos e usuários remotos acessam a rede, maior é o risco de ameaças às empresas.

Hoje, mais do que nunca, devemos entender que a segurança não pode ser vista como um complemento, mas sim como um elemento crucial para nossos negócios e para a continuidade dos mesmos. É por isto que, no contexto atual, o principal desafio das empresas é garantir um ambiente seguro para suas atividades e, principalmente, para seus funcionários. Eles estão trabalhando remotamente.

Para isso, as formas de abordar a segurança devem começar a mudar. Devemos não só detectar e prevenir atividades maliciosas, mas pensar adiante, imaginando que a empresa foi violada para ver como responderíamos a esta situação. Desta forma, estaríamos preparados para um controle e uma gestão oportunos.

Assim, as empresas terão o foco para enfrentar um quadro de ação cada vez mais complexo. Isto é evidenciado através de múltiplos estudos de analistas, que mostraram que devido à pandemia, o tráfego de e-mails maliciosos em todo o mundo aumentou 30%, equivalente a mais de 1.5 milhões de e-mails por dia.

Estes e-mails maliciosos, ou phishing para ser mais exato, somam-se a uma longa lista de desafios de segurança dentro do cenário atual: aumento do tráfego de rede, confidencialidade no uso de videoconferências ou ferramentas de voz, maior utilização da Nuvem e proteção de dados, entre outros.

Diante dessa iminente onda de desafios, a Lumen implementou uma estratégia chamada See More, Stop More: quanto mais você consegue ver o tráfego na Internet, mais você pode mitigar o impacto das ameaças contra as empresas.

A implantação da rede tornou-se um grande sensor de risco, permitindo que potenciais anomalias fossem detectadas e tratadas, muito antes de poderem chegar às empresas e seus dados. Isto foi demonstrado no último Relatório de Ameaças do Centro de Pesquisa de Segurança Cibernética do Laboratório Black Lotus. Em 2019, ele indicou que 1.2 milhões de ameaças em média foram rastreadas todos os dias.

Com isso em mente, devemos entender que o contexto atual nos apresenta uma série de novos desafios, deixando a segurança das empresas vulnerável. O aumento iminente dos usuários remotos e a crescente demanda por conectividade fazem com que a inovação em segurança da rede tenha se tornado indispensável. Não apenas para proteger o negócio digital, mas também para continuar a expansão neste novo paradigma digital.

Michael Lawson

Autor:
Pablo Dubois
Regional Security Product Manager – Lumen LATAM

El Papel del Marketing en los Negocios Digitales

El Papel del Marketing en los Negocios Digitales

Esta semana participé como panelista de un evento con ejecutivos de TI sobre los impactos del escenario actual y naturalmente surgió la pregunta de la aceleración de la digitalización de los negocios. En determinado momento, uno de ellos me preguntó: «¿De qué manera puede ayudar el marketing en este proceso?» Como tenía poco tiempo le di una respuesta rápida respecto de la organización, aunque la pregunta me siguió dando vueltas en la cabeza y percibí que era un tema que merecía de cierta reflexión.

El marketing transformado

El marketing en sí pasó por su transformación digital en los últimos años. Dejó de ser el ambiente de glamour retratado en la serie Mad Men y colocó una de sus patas en la ingeniería. La escritura, el arte gráfico, la elección de tipos y colores aún tienen su importancia, pero las estadísticas, el método científico de las pruebas A/B, la planificación y el análisis de los KPI y los resultados hacen que la actividad esté mucho más involucrada hoy en día con Data Analytics, líneas de código y otras áreas exactas.

Ese nuevo modelo, denominado Marketing Digital, ganó impulso justamente por el cambio del perfil del consumidor, que es la fuente primaria de información. Comenzando por las generaciones más nuevas, la pantalla del celular pasó a ser una ventana a través de la cual las personas ven el mundo. Desde despertarse hasta dormir, pasando por el desayuno, el transporte, la espera, la «escapadita» de las actividades laborales, para cualquier tipo de actividad, el teléfono celular está allí, siendo a menudo el centro de atención total. Con el tiempo, otras generaciones se han adherido a este comportamiento.

Hoy, el comportamiento en el mundo digital puede llegar a engañarnos. ¿Cómo definiría a un «gamer»? ¿Un adolescente con ropa grande? ¿Una joven de 30 años? En verdad, los mayores consumidores de games, en Brasil y en el mundo, son señoras de 50 o más años. ¿Sorprendente? No cuando observamos madres, abuelas y amigas jugando «Candy Crush» mientras miran su novela.

Las huellas del consumidor digital

El papel del marketing digital consiste en hacer un relevamiento estadístico y antropológico de la conducta social de este nuevo consumidor. La planificación de marketing digital incluye la elaboración de teorías conductuales, ofrecer oportunidades de elecciones y observar lo que estos consumidores deciden para comprobar, o no, las hipótesis.

El consumidor navega, decide si hace clic o no en un botón, consume determinado contenido en un determinado horario y determinado lugar, tanto físico como virtual. Comparte contenidos, comenta… Cada movimiento deja un rastro e indicios de su personalidad e intereses. El WiFi gratuito de la tienda preferida puede, al final del día, presentar un mapa de calor indicando las áreas de mayor circulación, donde las personas estuvieron más tiempo. Consejos importantes para confirmar que los productos más rentables estén posicionados correctamente en el lugar.

De las técnicas de copywriting a las mediciones de impresiones, clics y conversiones, lo que se busca es captar, analizar, entender y hasta inclusive guiar al consumidor en su jornada.

La transformación de negocios

Cuando hablamos de la Transformación Digital de negocios mucha gente todavía imagina una conversación sobre tecnología, aunque antes de lo Digital, viene la Transformación.

Un negocio, básicamente es conducido por personas. Entonces, si necesita cambiar el negocio porque el consumidor ha cambiado y la tienda física ya no es más un punto de venta sino un lugar para exhibir y enseñar sobre los productos, la transformación comienza con el cambio del comportamiento de los colaboradores. Cualquiera que haya pasado por una reunión familiar con ese pariente políticamente radical sabe lo complejo que es transformar el comportamiento de una persona.

Un negocio funciona sobre procesos. Entonces, cuando el cliente espera que su producto llegue al día siguiente después de hacer clic en una aplicación, la venta, la facturación, la logística, todos los procesos deben revisarse. La experiencia digital falla si en la parte posterior todavía es necesario que se imprima una orden impresa en el escritorio del gerente antes de reenviarse.

La infraestructura tecnológica es fundamental para el negocio digital, aunque los gestores de empresa, inclusive los responsables de la tecnología, gastarán mucha más energía implementando los cambios en las personas y procesos.
El marketing en la transformación del negocio

Las habilidades adquiridas por los equipos de marketing digital para identificar, rastrear y captar clientes en medio de ceros y unos del mundo virtual, hacen de este grupo un apoyo importante en el diseño de estrategias de ventas y servicio para el nuevo modelo de negocio.

El apoyo de marketing en el proceso de transformación se puede dar, por lo tanto, en diferentes frentes.

En el frente interno, las habilidades de comunicación y evaluación conductual son importantes auxiliares en la divulgación del nuevo modelo y de lo que se espera de los colaboradores. La experiencia de usuario es tan importante desde el punto de vista del consumidor como del cliente interno. El marketing puede prestar valiosos servicios colaborando en el diseño de interfaces y creación de aplicaciones para diferentes proyectos.

En el frente externo, la adopción de tecnologías como IoT, RFID, o incluso WiFi, como comentáramos anteriormente, pueden crear puntos importantes de captura de informaciones para el negocio. Estas informaciones pueden llegar en volúmenes gigantescos, conocidos como Big Data, y exigir técnicas de análisis profundizados para su digestión y aprovechamiento. La proximidad del Marketing con los equipos de TI es fundamental para la elección, buen uso y aprovechamiento de estas tecnologías y de las informaciones en la alimentación de las decisiones estratégicas del nuevo modelo de negocios.

El negocio digital tiene lugar, porque el nuevo consumidor es digital. No se hace la Transformación Digital porque es moda, sino porque es un requisito para prestar servicio a este nuevo cliente. En tiempos de pandemia, se volvió hasta una cuestión de supervivencia para las empresas. Cuando el consumidor no puede circular más físicamente, aunque está libre para navegar en el mundo virtual, la empresa que no está en el universo digital queda fuera del mercado.

Yuri Menck

Autor:
Yuri Menck
Marketing Manager en Lumen Brasil

Yuri Menck se graduó en Ingeniería Industrial Eléctrica, y siempre se desempeñó en el mercado de tecnología de la información y de las telecomunicaciones. En Lumen desde 2000, ocupó cargos en áreas técnicas y de productos. Desde 2008, lidera el equipo de Marketing Estratégico y Comunicaciones en Brasil.

El Mundo Post Pandemia: Tecnología de la Mano de las Personas

El Mundo Post Pandemia: Tecnología de la Mano de las Personas

 Día Mundial de las Telecomunicaciones

Un mundo que ve con estupor e incertidumbre el avance global de una pandemia que nos pone a prueba a todos. Desde entidades internacionales, pasando por gobiernos y llegando hasta los ciudadanos comunes y corrientes. Para muchos, también una oportunidad para reinventarse.

Con el fenómeno pandémico aún en desarrollo, el análisis sobre la importancia de las Tecnologías de la Información (TI) insertas en este nuevo teatro mundial no se hizo esperar.

La irrupción, al parecer definitiva, de nuevos escenarios como el teletrabajo, la entrada del 5G, la Inteligencia Artificial (IA) aplicada a la vida de las personas, robots, salud a distancia, educación online, aplicaciones para el relacionamiento entre el estado y los ciudadanos -entre otros-; han hecho que esta crisis se vincule en mayor o menor medida con la industria tecnológica.

La economía mundial también ha debido reinventar caminos para adaptarse al nuevo escenario, visiones como la integración de los sectores productivos y -aun más- la colaboración en vez de la competencia entre actores del mercado, han marcado pauta en esta reinvención profunda que el mundo está teniendo como efecto directo de la llegada de la crisis.

Adaptación y nuevo inicio. Esa parece ser la lección y premisa de esta situación catastrófica. Y es en este punto donde las TI revalidan de manera muy potente su importancia dentro del contexto global no sólo de la economía, también de las relaciones humanas y la sostenibilidad de las actividades propias de cada sociedad.

¿Cómo será este mundo post pandemia? Ya tenemos una proyección al respecto, de eso no cabe duda. Hiperconectividad y aplicaciones al servicio de las personas, la conversión de muchas áreas de negocio al ámbito digital, y la transversalidad del uso de las TI han marcado la pauta desde el estallido de la pandemia.

Es, entonces, el escenario más propicio para que la economía mundial siga avanzando en la senda de la integración tecnológica global. Las dudas frente a sí esto era posible han quedado atrás en el nuevo escenario. Y esto, es tremendamente importante si pensamos en cómo la tecnología y digitalización de las sociedades han colaborado para sobrellevar la crisis de gran forma.

Internet, datos digitales y aplicaciones han validado su importancia más que nunca en el nuevo contexto y su proyección al futuro del funcionamiento del mundo es tan presente como esperanzadora.

Es acá donde todos los actores insertos en la industria TI debemos potenciar nuestras visiones y fortalecer aún más el uso de las tecnologías, como parte fundamental de estrategias basadas en el desarrollo y bienestar de las personas, de los ciudadanos comunes y corrientes que son la base de nuestros sistemas sociales.

El potencial y valor de la información, nuestra capacidad analítica y el uso de herramientas tecnológicas que le den un buen curso a la misma ha sido uno de los puntos altos de la lucha contra el COVID-19. Y no sólo hablamos del ámbito sanitario, ya que el mundo entero ha sido testigo como en diferentes áreas de la vida diaria la presencia tecnológica ha sido actor relevante dentro del actual contexto global.

Estamos siendo testigos de un verdadero ejemplo de cómo será el mundo post pandemia y cómo esta situación ha cambiado para siempre la visión que teníamos sobre muchos ámbitos, especialmente sobre la importancia de las TI en la vida de las personas.

Por algo, en este Día Mundial de las Telecomunicaciones la Unión Internacional de Telecomunicaciones (UIT), en conjunto con la Organización Mundial de la Salud (OMS), han realizado un potente y claro llamado: “Desencadenar el potencial de la tecnología de la información para derrotar la COVID-19”.

Sin duda, hoy la red Internet se ha transformado en una de las mejores amigas y en motor de esperanza que está moviendo a nuestra humanidad.

Jon Paul "JP" McLeary

Autor:
Leonardo Barbero
Senior VP, Productos
Lumen LATAM

Ciberseguridad en Contextos de Convulsión Social

Ciberseguridad en Contextos de Convulsión Social

En escenarios de alta incertidumbre y agitación social, la ciberseguridad se ve puesta a prueba y estresada a tal punto, que debemos replantearnos el rol del recurso humano en el establecimiento de una cultura organizacional que pueda evitar los incidentes y proponer las soluciones adecuadas.

A río revuelto, ganancia de pescadores. Así señala este simple y tradicional refrán que alude a lo siguiente: en escenarios de alta incertidumbre, siempre existirá alguien que se verá beneficiado, a costa de otro que será perjudicado.

Ahora, la mención a la actividad pesquera no es antojadiza, especialmente cuando se busca contextualizar el rol de la ciberseguridad en escenarios de convulsión, o efervescencia social. Es precisamente en estas circunstancias, como las que experimenta Chile, Ecuador, Bolivia, Brasil, Francia, o El Líbano, tan solo por nombrar algunos países, donde los riesgos de ser víctima del phishing se incrementan exponencialmente.

El exceso de información circulante, emitida por diversas fuentes y canales (muchas de ellas no verificables), entregando datos, ciertos o no, asociados al estallido social, genera el sustrato ideal para el incremento de fraudes informáticos que afectan a personas, empresas, e incluso al gobierno.

Gracias a los avances tecnológicos, como la interconexión de dispositivos y objetos a través de una red, y el resto de BABIV’s (Inteligencia Artificial, Big Data, Internet of Things, Realidad Virtual y Aumentada), el phishing también se ha sofisticado, abriéndose paso a través de redes sociales, correos corporativos y plataformas transaccionales que soportan ingentes cantidades de información.

Por lo mismo, entender la ciberseguridad como un conjunto de herramientas y procedimientos que implican la política, cultura e identidad de una organización, hoy ha adquirido un carácter crítico, y por lo mismo, entenderla desde una perspectiva multifactorial es fundamental si lo que se busca es disminuir las probabilidades de riesgo.

Un error que se suele cometer es considerar los alcances del phishing solo en la dimensión de lo personal, en la que un individuo ve vulnerada solamente su información privada.

Sin embargo, este análisis no considera a la víctima de un fraude informático en su rol de representante de una organización, con acceso a información sensible, e incluso clave para el negocio. Solo imaginen que el Gerente de Finanzas de una compañía sea afectado por el robo de información almacenada en su correo corporativo.

Las consecuencias podrían ser catastróficas para la continuidad operacional.

En este caso, que resulta ser más frecuente de lo esperable, especialmente en contextos de efervescencia social, los resguardos deben provenir desde dos vertientes: el elemento humano, y el elemento tecnológico.

Por el lado humano, es vital comprender, y no perder de vista, que el manejo de grandes caudales de datos, implica una responsabilidad crítica. Esto es aplicable tanto para funcionarios de gobierno, responsables de información pública y estratégica, como empresas y personas.

De esta manera, es necesario generar protocolos y procedimientos para la utilización de los canales de comunicación y la información sensible de una institución. Determinar también a las personas que tienen acceso, así como los límites y su rango de acción.

Así, revisar la trazabilidad de un fraude informático será una tarea estandarizada y, por lo tanto, eficiente y efectiva. El objetivo es construir una cultura organizacional en torno a la ciberseguridad, y la gestión de crisis que implica su vulnerabilidad, lo que, aunque pueda resultar lento, implicará la ganancia de un importante activo intangible para la organización.

Ahora, por el lado tecnológico, las organizaciones deben contar un soporte tecnológico lo suficientemente robusto, actualizado, y a cargo del personal adecuado, para minimizar las posibilidades de ser víctimas de un fraude informático. Esta infraestructura debe estar dispuesta para operar a plena capacidad, especialmente en períodos de incertidumbre o convulsión social, momento que como ya hemos visto, la vulnerabilidad de los sistemas es puesta a prueba.

Finalmente, los escenarios que actualmente ponen en juego la ciberseguridad de las instituciones, han ubicado a la persona como el elemento crítico de la ecuación y, por lo tanto, si tuviésemos que determinar cuál es el eslabón más relevante para dar el salto a una nueva dimensión de seguridad en entornos informáticos y tecnológicos, este sería el factor humano.

Todo lo demás queda a su completa disposición.

Michael Lawson

Autor:
Pablo Dubois
Regional Security Product Manager – CenturyLink LATAM

7 Criterios para Guiar su Selección de Socio de SD-WAN Gerenciada

7 Criterios para Guiar su Selección de Socio de SD-WAN Gerenciada

Con tantas soluciones SD-WAN en el mercado, es importante escoger al proveedor y socio adecuados para las exclusivas necesidades de su organización. El socio adecuado puede significar la diferencia entre una implementación de SD-WAN que acelere la innovación y la ventaja competitiva y otra que sea intrascendente. Para la mayoría de las organizaciones con sitios múltiples, no es una cuestión de si adoptan la SD-WAN o no, sino más bien cuándo y cómo tiene sentido para el negocio.

A medida que las empresas implementan aplicaciones de negocios nuevas y críticas, desde Internet de las Cosas a analítica de la nube, en todas las sucursales, estas organizaciones necesitan acceso a opciones de redes flexibles, seguras y rentables. las empresas eligen cada vez más los servicios de SD-WAN Gerenciada para que les ayude a optimizar las implementaciones, tomar las mejores decisiones para sus necesidades exclusivas y acelerar el tiempo de creación de valor — y escoger el socio adecuado es esencial. Continúe leyendo para conocer las siete preguntas que lo ayudarán a identificar al proveedor adecuado para usted.

El Valor de la SD-WAN

 

Un informe de Frost & Sullivan explica que debido a que las “SD-WAN utilizan enrutamientos inteligentes, conocedores de la presencia de la aplicación independientemente de la infraestructura de red subyacente, las empresas no tienen que depender exclusivamente de los enlaces de Conmutación de Protocolos Múltiples mediante Etiquetas (MPLS) para la conectividad de sitios múltiples. En cambio, pueden considerar implementaciones de WAN híbrida que toman lo mejor de las conexiones de internet (económica y disponible para todos) y de MPLS (privadas y confiables). La capacidad de garantizar el desempeño óptimo de la aplicación independientemente del transporte subyacente, y de controlar las políticas de enrutamiento de las sucursales en forma remota, ha generado gran interés de las empresas, especialmente de verticales con sucursales altamente distribuidas.”

Las empresas se están volcando a las soluciones SD-WAN gerenciadas por diversos motivos, y una encuesta de Frost & Sullivan demostró que las organizaciones dependen de los proveedores de servicio para:

  • Agregar y administrar múltiples proveedores de red (75%)
  • Centralizar las comunicaciones para todos los proveedores (73%)
  • Gerenciar todos los aspectos de la red, incluyendo voz, datos, acceso y seguridad (71%)
  • Aprovechar la flexibilidad de comprar y pagar el servicio a través de un modelo de facturación por suscripción (71%)
  • Acelerar la toma de decisiones, toda vez que los proveedores gerenciados ya validaron a los proveedores de SD-WAN (67%)

Preguntas para tener en cuenta al momento de elegir un Proveedor de SD-WAN Gerenciada

 

El proveedor de servicios gerenciados adecuado puede ayudar a ahorrar tiempo y dinero, así como aumentar las capacidades tecnológicas y la flexibilidad que las empresas pueden obtener de las soluciones SD-WAN. Elegir el proveedor adecuado es esencial — y focalizarse en las siete preguntas siguientes puede ayudar:

1. ¿El proveedor entiende que cada empresa es única y ofrece soluciones customizadas, en lugar de paquetes universales?

 

Muy a menudo, los proveedores de tecnología fuerzan soluciones de medida única o universal a empresas que están lidiando con desafíos exclusivos. Para que un proveedor de servicios gerenciados pueda ayudar a una organización a maximizar su implementación, es importante que ofrezcan soluciones customizadas para sus necesidades específicas.

Por ejemplo, uno de los beneficios de la SD-WAN es que la tecnología permite que las empresas vayan escalando a su propio ritmo. ¿El socio está dispuesto a trabajar con usted en una implementación de punta a punta o a satisfacer las necesidades de ampliar el soporte para determinados lugares primero? La mejor manera de comprender la coincidencia entre sus necesidades y las ofertas de un potencial socio es desarrollar una evaluación integral de necesidades basada en sus objetivos, tecnologías existentes, resultados comerciales prioritarios y cronograma de crecimiento.

2. ¿Qué experiencia tienen ellos implementando SD-WAN en organizaciones como la suya, construyendo redes e implementando servicios gerenciados?

 

Cada organización es única, aunque el mejor socio estará familiarizado con empresas que sean similares a la suya. Ya sea por el tamaño de la empresa, la industria o los resultados comerciales que admite la tecnología, la experiencia previa puede ayudar a suavizar la hoja de ruta para la implementación. Por ejemplo, las necesidades de una organización minorista a nivel nacional, con varios sitios que dependan de las experiencias de clientes de alta tecnología, tendrán requisitos de red distintos que los de una franquicia regional con pocos sitios.

Explore los estudios de Caso y los testimonios que ofrece el Proveedor de Servicios Gerenciados y pida referencias para que pueda hablar con los clientes en organizaciones similares. Adicionalmente, explore su proceso. Basado en los resultados comerciales prioritarios de su organización, tales como seguridad mejorada o resiliencia de negocios, los procesos pueden guiar directamente los pasos que se toman durante una evaluación y lanzamiento. Un socio que esté familiarizado con el tipo de desafíos que enfrenta su organización guiará las evaluaciones más efectivamente, lo ayudará a tomar decisiones críticas sobre la implementación e inversiones y mitigará efectivamente los riesgos que ocurren durante una transición.

3. ¿Qué procesos y pasos adoptan para anticipar y mitigar problemas/riesgos durante una transición?

 

Hacer la transición a una solución SD-WAN puede ser un problema complejo que puede impactar la disponibilidad de la Red temporariamente. El proveedor de servicios Gerenciados adecuado tendrá un plan listo para anticipar y mitigar estas cuestiones. ¿Cómo hará el proveedor para identificar sistemas o datos que podrían estar en riesgo durante su transición, y qué medidas concretas se tomarán para prevenir problemas? El mismo abordaje puede explorarse para el tiempo de actividad, acceso y para gerenciar efectivamente el tráfico de red para las aplicaciones clave. Un proveedor que administre la red de acceso subyacente puede entregar un provisionamiento acelerado al conectar el servicio con la ruta que esté más disponible primero, ya sea banda ancha o inalámbrica, luego agregando links con plazos de provisionamiento extendidos para una fecha posterior.

4. ¿Pueden adaptarse a soluciones de proveedor agnóstico?

 

Para muchas empresas, el panorama de su red existente puede incluir un rango de tecnologías de proveedores múltiples, tales como MPLS y Ethernet, junto con tecnologías de menor costo tales como internet pública o el celular. Un proveedor de servicios SD-WAN que se adapte bien a sus necesidades tendrá la capacidad de incorporar y gerenciar sus tecnologías de red existentes, aumentar con la mejor conectividad de su clase según sea necesario y, finalmente, diseñar la SD-WAN para enrutar el tráfico tipo de conectividad que es mejor, dadas sus necesidades únicas.

5. ¿El proveedor ofrece una variedad de soluciones, incluidas la gerenciada y cogerenciada, para permitirle escoger cuál es la correcta para usted?

 

Cuando su organización toma la decisión de hacer la transición a una solución SD-WAN Gerenciada, existen varias opciones. SD-WAN puede incluir soluciones autogerenciadas, cogerenciadas y totalmente gerenciadas. En el estudio de Frost & Sullivan, 75% de las empresas advirtió que sus planes futuros incluían soluciones totalmente gerenciadas o bien cogerenciadas. En algunos casos, las soluciones cogerenciadas ofrecen más flexibilidad y mayor control — o les permiten a las empresas dar los primeros pasos hacia las implementaciones SD-WAN. Existen varias formas de evaluar si un socio habilitará mayor flexibilidad y control. Idealmente, un socio ofrece plataformas de servicio lo suficientemente flexibles para satisfacer sus cambiantes necesidades de red, incluyendo las internas, en el borde de la red o en la nube. Considere adicionalmente si soportan una variedad de plataformas SD-WAN, tales como Cisco Viptela, Cisco Meraki y Versa Networks. Explorar estas áreas puede ayudarle a identificar qué socios pueden customizar mejor una solución SD-WAN a las necesidades exclusivas de su empresa.

6. ¿El proveedor posee experiencia en las principales áreas temáticas?

 

Las soluciones SD-WAN Gerenciadas tocan múltiples aspectos de su infraestructura de red y tecnológica. El mejor socio tendrá conocimiento sobre varias áreas incluyendo diversas opciones de conectividad pública y privada. Asimismo tendrán experiencia aprovechando las soluciones SD-WAN para control de tráfico y gerenciamiento de Red. Tendrán estándares establecidos dirigidos hacia la migración e implementación y un registro de éxito comprobado. Finalmente, asegúrese de preguntar cómo se prueban, certifican e implementan los nuevos lanzamientos de software.

7. ¿El proveedor ofrece un complemento pleno de servicios y soporte profesional?

 

Si la falta de talento interno de TI con experiencia en SD-WAN, —o el tiempo limitado para dedicarle—, es un problema en su organización, esta pregunta se vuelve crítica. Un proveedor de servicio con una oferta sólida de servicios profesionales lo ayudará en cada etapa del proceso. Por ejemplo, una empresa que analiza la viabilidad de la SD-WAN puede aprovechar los servicios y soporte profesionales para ayudarle a generar una evaluación robusta de las necesidades y un caso de negocio para guiar la conversación. Para entender mejor qué le ofrece un socio potencial, explore los servicios de soporte que aportan — antes, durante y con posterioridad a una implementación.

La SD-WAN Gerenciada puede ayudar a su organización a alcanzar sus objetivos de red de forma más efectiva y rentable, y obtener valor más rápidamente – y elegir al socio adecuado es un paso crítico en la implementación de esta hoja de ruta. Formular preguntas para entender el espectro de conocimiento de un socio potencial, la capacidad de trabajar con una variedad de tecnologías, la disponibilidad de opciones flexibles de plataforma y la profundidad de los servicios profesionales y de soporte le permiten aprovechar más de su implementación de SD-WAN gerenciada.

Conozca más acerca de la SD-WAN Gerenciada de Lumen. Lea el informe completo de Frost & Sullivan ahora.

 

Enlace en inglés: https://blog.centurylink.com/part-2-7-criteria-to-guide-your-managed-sd-wan-partner-selection/

Michael Lawson

Autor:
Michael Lawson
Michael Lawson actualmente se desempeña como Gerente de Arquitectura de Soluciones de SD-WAN de Lumen. Su equipo ofrece una arquitectura de soluciones de preventa en un portfolio de tecnologías estratégicas de virtualización de funciones de red y de SD-WAN. Adicionalmente, su equipo trabaja en conjunto con las organizaciones de Gestión de Productos y Estrategia / Desarrollo para evaluar las nuevas ofertas de servicios y definir la hoja de ruta general de la red para la empresa.. Michael ha estado con la familia Lumen durante 18 años, trabajando en varios roles, desde Ingeniería de ventas de campo hasta varios puestos de Director enfocados en tecnología. Reside en el área metropolitana de Washington DC con su esposa y sus 2 hijos.

7 Critérios para Orientar Sua Escolha de Parceiro de SD-WAN Gerenciada

Com tantas soluções de SD-WAN no mercado, é importante escolher o fornecedor e parceiro certo para as necessidades exclusivas de sua organização. O parceiro certo pode significar a diferença entre uma implementação de SD-WAN que acelere a inovação e a vantagem competitiva e uma que seja inconsequente. Para a maioria das organizações com diversos sites, não se trata de «se» irão adotar SD-WAN, e sim de quando e como isto fará sentido para o negócio.

À medida que as empresas implementam aplicativos de negócios novos e críticos, desde Internet das Coisas à analise da nuvem em locais de filiais, essas organizações precisam de acesso a opções de rede flexíveis, seguras e rentáveis. Cada vez mais, as empresas estão escolhendo serviços de SD-WAN Gerenciada para ajudá-los a agilizar as implementações, tomar as melhores decisões para seus negócios exclusivos e acelerar o tempo de valorização – e escolher o parceiro certo é essencial. Continue lendo para conhecer sete perguntas que irão ajudá-lo a identificar o provedor certo para você.

O Valor da SD-WAN

Um relatório da Frost & Sullivan explica que como a «SD-WAN utiliza roteamento inteligente, com percepção de aplicativos, independentemente da infraestrutura de rede subjacente, as empresas não precisam depender unicamente de links de Multiprotocol Label Switching (MPLS) para a conectividade de múltiplos sites. Ao invés disto, elas podem considerar as implementações de WAN híbrida que melhor utilizam as conexões de internet (baratas e amplamente disponíveis) e MPLS (privadas e confiáveis). A capacidade de garantir o desempenho ideal de aplicativos, independentemente do transporte subjacente, e controlar as políticas de roteamento dos sites de filiais remotamente, atraiu o interesse significativo das empresas, especialmente de verticais com locais de filiais altamente distribuídos”.

As empresas estão buscando soluções de SD-WAN para uma variedade de propósitos, e uma pesquisa da Frost & Sullivan mostrou que as organizações dependem de provedores de serviços para:

  • Agregar e administrar múltiplos provedores de rede (75%)
  • Centralizar as comunicações para todos os fornecedores (73%)
  • Administrar todos os aspectos da rede, incluindo voz, dados, acesso e segurança (71%)
  • Aproveitar a flexibilidade para comprar e pagar pelo serviço através de um modelo de faturamento por assinatura (71%)
  • Acelerar a tomada de decisões, pois os provedores gerenciados já validaram os fornecedores de SD-WAN (67%)

Perguntas Para Levar em Consideração Ao Escolher um Provedor de SD-WAN Gerenciada

O provedor de serviços gerenciados certo pode ajudar a economizar tempo e dinheiro, assim como aumentar as capacidades tecnológicas e a flexibilidade que as empresas podem obter das soluções de SD-WAN. Escolher o provedor certo é essencial – e focar nas sete perguntas seguintes pode ajudar:

1. O provedor entende que cada empresa é única e oferece soluções customizadas, ao invés de pacotes generalizados?

Com muita frequência, os provedores de tecnologia forçam soluções do tipo “tamanho único” a empresas que estão enfrentando desafios exclusivos. Para que um provedor de serviços gerenciados possa ajudar uma organização a maximizar sua implementação, é importante que ofereça soluções customizadas para suas necessidades específicas.
Por exemplo, um dos benefícios de SD-WAN é que a tecnologia permite às empresas escalar em seu próprio ritmo. O parceiro está disposto a trabalhar com você em uma implantação de ponta-a-ponta ou atender suas necessidades de escalar o suporte a certas localidades primeiro? A melhor forma de entender como suas necessidades se encaixam com as ofertas de um possível parceiro é desenvolver uma avaliação de necessidades abrangente, baseada em seus objetivos, tecnologias existentes, resultados de negócios prioritários e um cronograma de crescimento.

2. Qual é a experiência deles implementando SD-WAN, construindo redes e implementando serviços gerenciados em organizações como a sua?

Cada organização é única, mas o melhor parceiro estará familiarizado com empresas parecidas com a sua. Quer seja o tamanho da empresa, a indústria ou os resultados comerciais que a tecnologia apoia, uma experiência anterior pode ajudar a facilitar o plano de implementação. Por exemplo, as necessidades de uma organização de varejo nacional com múltiplos sites, que dependa de uma experiência de cliente de alta tecnologia, serão diferentes das de uma franquia regional com poucas localidades, em termos de requisitos de rede.
Explore os estudos de caso e testemunhos que o Provedor de Serviços Gerenciados oferece e peça referencias, para que você possa conversar com clientes em organizações parecidas. Além disto, explore o processo deles. Baseado nos resultados comerciais prioritários de sua organização, tais como segurança reforçada ou resiliência comercial, os processos podem orientar diretamente os passos dados durante sua avaliação e implantação. Um parceiro que esteja familiarizado com os tipos de desafios que sua empresa enfrenta orientará avaliações mais efetivamente, ajudará você a tomar decisões críticas sobre implantações e investimentos, e efetivamente mitigará os riscos que ocorrem durante a transição.

3. Quais processos e passos eles adotam para prever e mitigar questões/riscos durante a transição?

Mudar para uma solução SD-WAN pode ser um processo complexo, que pode afetar temporariamente a disponibilidade da rede. O provedor de serviços gerenciados certo terá um plano para prever e mitigar essas questões. Como o provedor identificará sistemas ou dados que poderiam estar em risco durante sua transição e quais passos concretos serão dados para evitar problemas? A mesma abordagem pode ser explorada para o tempo de atividade, acesso e para administrar eficientemente o tráfego da rede para aplicativos-chave. Um provedor que administre a rede de acesso subjacente pode entregar um provisionamento acelerado ao conectar o serviço à rota que estiver disponível antes, isto é, banda larga ou sem-fio, e depois acrescentar links com prazos de provisionamento protelados para uma data posterior.

4. Eles podem se adequar a soluções agnósticas a fornecedores?

Para muitas empresas, seu cenário de rede atual pode incluir uma gama de tecnologias de diversos provedores, tais como MPLS e Ethernet, em conjunto com tecnologias de custo mais baixo, como a internet pública ou o celular. Um provedor de serviço SD-WAN que se encaixar bem às suas necessidades terá a capacidade de incorporar e administrar suas tecnologias de rede existentes, expandir com conectividade melhor em sua categoria, conforme necessário, e, finalmente, desenhar a SD-WAN para rotear o tráfego pelo tipo de conectividade que for melhor, considerando suas necessidades exclusivas.

5. O provedor oferece uma variedade de soluções, incluindo gerenciada e cogerenciada, para deixar que você escolha o que é certo para você?

Quando sua organização toma a decisão de fazer a transição a uma solução de SD-WAN gerenciada, há uma variedade de opções. SD-WAN pode incluir soluções autogerenciadas, cogerenciadas e totalmente gerenciadas. No estudo da Frost & Sullivan, 75% das empresas notaram que seus planos para o futuro incluíam soluções gerenciadas ou cogerenciadas. Em alguns casos, as soluções cogerenciadas oferecem mais flexibilidade e um controle maior – ou permitem que as empresas deem o primeiro passo em direção às implementações de SD-WAN. Há inúmeras formas de avaliar se um parceiro oferecerá maior flexibilidade e controle. Idealmente, um parceiro oferece plataformas de serviços que sejam flexíveis o suficiente para atender suas necessidades de rede em constante mudança, incluindo aquelas nas dependências, na borda da rede ou na nuvem. Adicionalmente, considere se eles apoiam uma variedade de plataformas SD-WAN, como Cisco Viptela, Cisco Meraki e Versa Networks. Explorar essas áreas pode ajudá-lo a identificar quais parceiros podem customizar melhor uma solução SD-WAN para as necessidades exclusivas de sua empresa.

6. O provedor tem conhecimento sobre as principais áreas temáticas?

As soluções de SD-WAN gerenciada tocam em diversos aspectos de sua infraestrutura de rede e de tecnologia. O melhor parceiro terá conhecimento em uma gama de áreas, incluindo diversas opções de conectividade pública e privada. Eles também serão experientes em aproveitar as soluções SD-WAN para direcionamento de tráfego e gestão da rede. Eles terão padrões estabelecidos, direcionados à migração e implementação, e um histórico comprovado de sucesso. Finalmente, certifique-se de perguntar sobre como os novos lançamentos de software são testados, certificados e implementados.

7. O fornecedor oferece um complemento completo de serviços e suporte profissional?

Se a falta de talento interno de TI com experiência em SD-WAN – ou tempo limitado para dedicar-se a isto – é um problema em sua organização, esta é uma pergunta crítica. Um provedor de serviços com ofertas robustas de serviços profissionais ajuda em todas as etapas do processo. Por exemplo, uma empresa avaliando a viabilidade de SD-WAN pode aproveitar os serviços e suporte profissionais para ajudar a criar uma avaliação robusta de necessidades e um caso de negócios para orientar a conversa. Para entender melhor o que um potencial parceiro oferece, explore os serviços de suporte que eles trazem à mesa – antes, durante e após uma implementação.

A SD-WAN Gerenciada pode ajudar sua organização a atingir seus objetivos de rede de forma mais efetiva e rentável, e obter valor mais rapidamente – e escolher o parceiro certo é um passo crítico na implementação deste plano. Fazer perguntas para entender o escopo de conhecimento de um possível parceiro, sua capacidade de trabalhar com uma variedade de tecnologias, a disponibilidade de opções flexíveis de plataforma e a profundidade dos serviços e do suporte profissionais permitem a você tirar mais proveito de sua implementação de SD-WAN gerenciada.

Saiba mais sobre a SD-WAN gerenciada da Lumen. Leia o relatório completo da Frost & Sullivan agora.
Michael Lawson

Autor:
Michael Lawson
Michael Lawson ocupa atualmente a posição de Gerente de Arquitetura de Soluções SD-WAN para a Lumen. Sua equipe fornece arquitetura de soluções pre-vendas para um portfólio de tecnologias estratégicas de SD-WAN e Virtualização das Funções da Rede. Adicionalmente, sua equipe trabalha em conjunto com as organizações de Gestão de Produtos e Estratégia/Desenvolvimento para avaliar novas ofertas de serviços e definir um plano de rede geral para a empresa. Michael está na família Lumen há 18 anos, trabalhando em diversas funções, de Engenheiro de Vendas a posições como Diretor focado em tecnologia. Ele vive na região metropolitana de Washington DC com sua esposa e dois filhos.

Webinar Continuidad de Negocios: Mantener sus Operaciones en Momentos de Eventos Impredecibles

Webinar Continuidad de Negocios: Mantener sus Operaciones en Momentos de Eventos Impredecibles

Ante la necesidad de ofrecer la máxima seguridad a su fuerza laboral y a la comunidad de un lado y mantener sus operaciones funcionando del otro, Lumen está aquí para ayudarlo.a.

Continuamos, durante estos eventos difíciles, dedicados a dar soporte a las necesidades de sus operaciones más críticas mientras implementa su plan de continuidad de negocio.

En esta webinar verá como Lumen puede ayudarle a escalar su operación en forma rápida y reactiva y así superar los desafíos actuales al:

  • Habilitar las comunicaciones y colaboración efectivas para los trabajadores y estudiantes remotos.
  • Soportar las demandas de mayor ancho de banda con capacidad escalable.
  • Garantizar el acceso seguro a las aplicaciones críticas.

Oradores:

Alejandro Girardotti

Director, Product Management
Latam

Martín Fuentes

Security Business Senior Manager,
Lumen Latam

Pablo Landea

Regional Product Manager
Latam

Tres Lecciones que puede Aprender de sus Clientes

Tres Lecciones que puede Aprender de sus Clientes

Me siento afortunado, porque todos los días tengo la oportunidad de aprender algo nuevo. Trabajo con muchísimos colegas brillantes, quienes me ayudan a mantenerme actualizado en un mundo donde las nuevas ideas mandan. Y eso también es algo bueno, porque nuestros clientes confían en nosotros para que los ayudemos a prosperar bajo condiciones cambiantes, especialmente en tiempos como estos que presentan grandes desafíos.

En un nivel, nuestra red global proporciona una plataforma fundamental para aquellas tecnologías transformadoras que empoderan a las empresas y a los consumidores. Aunque también he notado algo más. Nuestra red actúa asimismo como una plataforma para el autoaprendizaje. Nuestros clientes son inteligentes, y nuestras asociaciones prosperan porque aprendemos mucho acerca de sus empresas y de sus desafíos competitivos.

Una de estas empresas inteligentes es The Walt Disney Company, que se ha dedicado durante toda su trayectoria a redefinir el entretenimiento. Nos sentimos honrados al ser seleccionados como una de las redes para dar soporte al lanzamiento global de su servicio de streaming, Disney+. Ellos utilizan nuestra red de entrega de contenido (CDN) para proveer la programación a sus abonados en América del Norte, Europa Occidental, Australia y Nueva Zelanda.

El éxito de Disney+ ha consolidado tres lecciones importantes para mí, que pueden ser valiosas para las empresas de cualquier envergadura.

 

Lo bueno no siempre se hace esperar

 

—La paciencia es la primera baja de una era transformadora. Durante un foro tecnológico reciente, patrocinado por The Wall Street Journal, Robert Iger, ex CEO y actual presidente ejecutivo de The Walt Disney Company, compartió la historia sobre cómo se desplomaron las acciones de la compañía luego de que él les comentara a los analistas, durante una teleconferencia de inversores, que el modelo tradicional multicanal para TV se estaba erosionando sin un final a la vista. Vio la respuesta del mercado como un “toque de clarín/llamado de atención” para motivar a la compañía a tomar medidas rápidas y drásticas para posicionarse para un éxito futuro. Disney+ fue una de esas respuestas. CenturyLink enfrenta un desafío similar. Al igual que muchas empresas de telecomunicaciones, tenemos que gerenciar productos de legado cuyo valor ha visto una caída, pero al mismo tiempo, debemos seguir invirtiendo en soluciones nuevas diseñadas para ayudar a nuestros clientes a alcanzar las metas que se han propuesto. Nos focalizamos fuertemente en llevar la capacidad de CDN a los lugares más críticos del mundo, usando datos para ayudar a definir el éxito; y herramientas inteligentes, definidas por software para administrar grandes cantidades de tráfico de manera efectiva.

 

Vaya donde están sus clientes

 

En solo unos pocos meses, Disney + ha atraído a más de 50 millones de suscriptores, sin mencionar a los millones de otros abonados que han contratado distintos servicios de streaming de Disney, tales como Hulu y ESPN +. Esto sirve como una confirmación reveladora de que uno puede comunicarse directamente con sus clientes, si se toma el tiempo para entender lo que quieren. Nuestras inversiones recientes en computación de borde siguen un modelo similar. Los clientes corporativos nos han manifestado que desean llevar sus aplicaciones más cerca de sus operaciones. La expansión de nuestro producto en la computación global de borde, donde podemos colocar recursos de computación en el borde de nuestra red global y en la puerta de las sedes de los clientes, les permitirá a las empresas crear nuevas aplicaciones que dependen de la baja latencia en formas que los proveedores de servicios de red y de nube tradicionales no han logrado satisfacer.

 

Busque siempre el modo de agregar valor

 

—Tal como mencionáramos anteriormente, The Walt Disney Company entiende muy bien las necesidades de sus clientes y utiliza dicha comprensión para proveer valor adicional. Desde Mickey Mouse hasta Marvel y The Mandalorian, Disney+ ofrece contenido para fanáticos de todas las edades, a la vez que le brinda una introducción fácil a algo más que tal vez también les podría gustar. Disney+ también forma parte de una oferta en paquete que les da acceso a los suscriptores a Disney+, Hulu y ESPN+. El paquete ofrece una excelente propuesta de valor, dada la calidad y amplitud de contenido a la que tendrán acceso los consumidores en los servicios modeladores de las tres industrias. De manera similar, estamos agregando valor a nuestra red al expandir una poderosa serie de productos existentes, como CDN, con soluciones adicionales posibilitando que las empresas impulsen la transformación. La entrega de contenido Peer-to-peer y Edge Compute (Computación de Borde) representan nuestros ejemplos más recientes de esta tendencia, mientras procuramos prestar servicios a nuestros clientes donde los necesitan.

La especialización obviamente es importante, aunque también considero que las buenas asociaciones comerciales se edifican en torno de la actitud. En su libro, “The Ride of a Lifetime” (El Viaje de Toda una Vida), Iger brinda un consejo que considero acertado. Él escribió que “una de las cualidades más importantes de un buen líder es el optimismo, el entusiasmo pragmático por aquello que se puede alcanzar.” Se necesita un punto de vista optimista para ganar la confianza de los clientes. Lumen comparte esa idea fervientemente. Ofrecemos la confianza de poder ayudar a los líderes digitales a aprovechar las oportunidades que se les presentan y el compromiso de nunca dejar de aprender las mejores formas para lograrlo. Porque en última instancia, cada empresa merece un final de libro de cuentos.

 

El presente contenido se provee solo con fines informativos y puede requerir de investigación y sustanciación adicionales de parte del usuario final. Además, la información se brinda «como está» sin garantía ni condición alguna, ya sea expresa o implícita. El uso de esta información es responsabilidad del usuario final. Lumen no garantiza que la información cumpla con los requerimientos del usuario final, o que la implementación o uso de esta derive en el resultado deseado del usuario final. El presente documento representa a los productos y a las ofertas de CenturyLink a la fecha de su emisión. Los servicios no se encuentran disponibles en todas partes. Solo para clientes corporativos Lumen puede modificar o cancelar productos y servicios o sustituir productos y servicios similares a su exclusiva discrecionalidad sin necesidad de notificación alguna. ©2020 Lumen. Todos los Derechos Reservados.

Blog original en inglés: Three Lessons You Can Learn From Your Customers

Autor:
William Wohnoutka
Vice President of Global Internet & Content Delivery Services at Lumen.

Bill Wohnoutka es actualmente vicepresidente de servicios globales de entrega de contenido e Internet enLumen. En este cargo, lidera un equipo de gerentes de producto responsables del acceso a Internet de Lumen, la red de entrega de contenido y los servicios Vyvx Broadcast Transport, una línea de productos que genera casi $ 2B en ingresos anuales. En los últimos 20 años, Bill ha desempeñado diversos roles de liderazgo en las organizaciones de ventas y marketing de Lumen. Bill es un destacado orador público y líder de pensamiento de la industria, con especialización vertical en medios y entretenimiento, servicios financieros, atención médica. Bill tiene una licenciatura en escritura técnica y profesional de la Universidad Estatal de San Francisco.